Viver em paz

Eu só quero viver em paz e usufruir do que Deus nos deixou no mundo, não preciso de riquezas materiais para ser feliz. Apenas quero sentir o que Deus nos fala em nossos ouvidos em um simples soprar do vento.

Bob Marley



segunda-feira, 11 de março de 2013

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

As dez obras de arte mais caras do ano


As dez obras de arte mais caras do ano

A época de leilões aproxima-se do fim e as contas já começam a ser feitas. No primeiro semestre de 2011, de Janeiro a Junho, a venda de obras de arte em leilão superou os dois mil milhões de euros. Agora, chegando ao fim do ano, os valores estão perto de se multiplicarem e as casas de leilão poderão bater os recordes de anos anteriores.
Em tempos de crise, a aposta na arte parece ser uma opção para quem quer investir. A história tem mostrado que as obras de arte têm tendência a valorizarem-se ao longo do tempo e, por isso, a aposta dos licitadores vai para os nomes seguros. Entre as dez obras de arte mais caras – por sinal, só quadros – vendidos até agora em leilão, o nome de Pablo Picasso aparece duas vezes, assim como o do pai da pop art, Andy Warhol.
Confira a lista dos dez mais caros do mundo:
1.º “I Can See the Whole Room!… and There’s Nobody in It!” (1961)

De Roy Lichtenstein (EUA)
Vendido esta terça-feira por 43,2 milhões de dólares (31,3 milhões de euros) pela Christie’s, em Nova Iorque. Um recorde para o artista.

2.º “View of the Rialto Bridge” (1760)

De Francesco Guardi (ITA)
Vendido em Julho pela Sotheby’s de Londres por 26,7 milhões de libras (cerca de 31,2 milhões de euros). O preço estabeleceu um novo recorde de vendas do artista e também um recorde para uma vista de Veneza.

3.º “La Lecture” (1932)

Pablo Picasso (ESP)
Um quadro que retrata a sua jovem amante Marie-Therese Walter foi arrematado em Fevereiro por 25,2 milhões de libras – quase 30 milhões de euros num leilão da Sotheby’s.

4.º “Litzlberg am Attersee” (1915)

Gustav Klimt (AUST)
Arrematado no início de Novembro por 40 milhões de dólares (aproximadamente 29 milhões de euros) num leilão da Sotheby’s de Nova Iorque.

5.º “Häuser mit bunter Wäsche – Vorstadr II” (1914)

Egon Schiele (AUST)
Leiloado pela Sotheby’s em Junho por 27,5 milhões de euros – uma quantia que quase duplica o valor mais elevado alguma vez conseguido pelo pintor.

6.º “Self-Portrait” (1963-1964)

Andy Warhol (EUA)
Vendido em Maio em 38,4 milhões de dólares (cerca de 26,7 milhões de euros), o valor alcançado é o mais elevado de sempre em leilão por um auto-retrato do artista pop.

7.º “Gimcrack on Newmarket Heath, with a trainer, a jockey and a stable lad” (1765)

George Stubbs (ING)
Vendido em Julho pela Christie’s de Londres por 26 milhões de euros. O quadro é considerado um dos mais significantes do mundo das artes sobre corridas de cavalos.

8.º “Study for a portrait” (1953)

Francis Bacon (ING)
Arrematado num leilão da Christie’s em Junho por 20,98 milhões de euros.

9.º “Liz #5” (1963)

Andy Warhol (EUA)
Um retrato da icónica actriz Elizabeth Taylor foi vendido Phillips de Pury & Company por 19 milhões de euros, um valor um pouco abaixo das expectativas.

10.º “L’Aubade” (1942)

Pablo Picasso (ESP)
Pintura a óleo arrematada este mês por 16,6 milhões de euros num leilão da Sotheby’s.

Virada Cultural Paulista 2012






Muito importante...!


Inscrições abertas para a Virada Cultural Paulista 2012
Estão abertas as inscrições para os grupos e artistas 
que 
desejam participar da edição de 2012 da Virada 

Cultural 
Paulista.


A seleção de artistas será realizada pela Unidade de 
Fomento e Difusão de Produção Cultural da Secretaria. 
O período de inscrições termina em 06 de janeiro de 
2012.
Fonte: Assessoria de Imprensa SEC – Secretaria de 

Estado da Cultura – São Paulo

Guernica", de Picasso, completa 30 anos na Espanha


NOVIDADES NA PAGINA DE ARTE E ALGO MAIS EXPOSIÇÕES...




"Guernica", de Picasso, completa 30 anos na Espanha

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DA FRANCE PRESSE, EM MADRI


O prestigiado museu de arte contemporânea Reina Sofía de Madri comemora nesta semana o 30º aniversário da chegada à Espanha, após quase meio século no exílio, do "Guernica", o famoso quadro que Pablo Ruiz Picasso pintou em Paris durante a guerra civil espanhola.
Convertida em símbolo universal da crueldade da guerra, a tela em preto e branco de Picasso não pisou em solo espanhol até 1981, forçada ao exílio durante a longa ditadura do general Francisco Franco (1939-1975).
O "Guernica" tem um importante "significado não apenas do ponto de vista artístico, no qual o seu valor universal é indiscutível, mas também por seu valor simbólico contra a guerra e toda a violência", explica Rosario Peiró, Chefe de Coleções do Reina Sofía.
Pintado por Picasso em Paris em 1937 por encomenda do governo republicano espanhol, o quadro denuncia o bombardeio da cidade basca de Guernica pela aviação nazista de Adolf Hitler, aliado de Franco.
Divulgação
"Guernica", que faz parte do acervo do museu Reina Sofía, em Madri
"Guernica", que faz parte do acervo do museu Reina Sofía, em Madri
"Do ponto de vista especificamente espanhol, é um documento do que aconteceu na Espanha naquela época e sua chegada significou um novo começo de uma nova aventura democrática", lembra Peiró, responsável pelo museu que acolhe a obra desde 1992.
Para marcar este aniversário, o Reina Sofía convidou o historiador de arte britânico Timothy J. Clark, grande especialista da obra de Picasso, para dar duas palestras nos dias 23 e 24 de novembro.
Durante os anos da guerra civil espanhola (1936-1939), o "Guernica" viajou incessantemente por Europa e Estados Unidos para recolher fundos com o objetivo de ajudar na luta contra o franquismo, antes de ser confiado ao Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) no fim dos anos 1950.
Três anos antes de sua morte, em 1973, "Picasso escreve ao MoMA" pedindo "que o Guernica só seja devolvido quando as liberdades públicas na Espanha voltarem", explica Peiró.
Pouco depois da morte de Franco, em 1975, os parlamentares espanhóis realizaram os procedimentos para reivindicar sua devolução.
E em 10 de setembro de 1981, protegido por um espesso vidro blindado, o "Guernica" fez sua chegada triunfal a Madri.
No entanto, desde então o quadro não deixou de ser objeto de desejo.
O famoso quadro é protagonista há anos de uma guerra entre o museu de arte contemporânea Reina Sofía e o prestigiado museu do Prado, além de uma batalha com alguns líderes políticos do País Basco, onde encontra-se a cidade de Guernica, que também o reivindicam.
Trata-se de uma obra "emblemática e central" da coleção do Reina Sofía, e seu estado de conservação "muito delicado" impede qualquer transferência, afirmaram em março de 2010 os diretores do museu de arte contemporânea.

ART BASEL MIAMI BEACH


Novidades na pagina de arte e algo mais EXPOSIÇÕES...


ARTISTAS BRASILEIROS DEIXAM SUA MARCA NA 10 ª EDIÇÃO DA ART BASEL MIAMI BEACH





Obra de uma casa modelo da artista Rosana Ricalde pode ser vista em exposição em Miami. As peças serão expostas e leiloadas para levantar fundos para a construção de mais casas


O Brasil vêm se destacando cada vez mais no mundo das artes. Na 10ª edição da Art Basel Miami Beach pode-se comprovar muito bem isso. Regina de Almeida, uma das fundadoras do Instituto de Cultura Contemporânea em São Paulo, disse que viu uma rápida internacionalização da arte no país, graças também ao nosso bom momento econômico. "A nova mobilidade que as galerias têm hoje no exterior, não acontecia 20 anos atrás", disse ela. "A arte costumava ser só para o mercado interno".



A Art Basel Miami é um dos eventos mais prestigiados de arte da América e acontece entre quinta e domingo, reunindo mais de 2.000 artistas de diversas partes do mundo. Este ano, o público pode conferir 26 galerias da América Latina, sendo 16 brasileiras. Além disso, outras galerias internacionais também exibem o trabalho de artistas brasileiros, como o escultor Tunga.

Os artistas em exposição refletem a diversidade do Brasil, que abriga a maior comunidade de indivíduos descendentes de japoneses fora do Japão, bem como importantes comunidades de italianos e libano-brasileiros.

Alfredo Le Pera - um dos grandes compositores do tango argentino..


Alfredo Le Pera


Um grande amigo de Carlos Gardel

 Um dos grandes compositores do tango argentino.. 


Nasceu em São paulo Brasil





Destacado músico, también escritor y compositor, escribió con Carlos Gardel numerosas canciones que quedaron en la historia, tales como El día que me quieras, Cuesta abajo, Soledad, Sus ojos se cerraron.

Grido Helado - Gardel y Le Pera

Gardel y Le Pera 
Poeta, escritor y periodista brasileño, nacido el 8 de junio de 1900, de padres posiblemente calabreses e inscripto comoAlfredo Le Pera Sorrentino. Existen divergencias acerca de ciertos datos biográficos, porque su hermano, el Dr. José Le Pera, sostiene que el nombre completo era Alfredo Alfonso De Paula Le Pera y su fecha de nacimiento cierta era el 6 de junio y no el 8.
   Contaba solo con dos meses de vida cuando la familia se radica en el barrio San Cristóbal, de Buenos Aires, llegando a cursar sus estudios secundarios en el Colegio Nacional Bernardino Rivadavia, de la calle Chile. Uno de sus profesores fue el crítico teatral español Vicente Martínez Cuitiño, quien tuvo marcada influencia en su vocación por la poesía. También estudió piano, lo que le permitiría alcanzar nociones básicas del pentagrama, aunque impulsado por su familia encaró la carrera de medicina hasta que al cursar cuarto año prevaleció en su personalidad la inclinación hacia el periodismo.
   Más adelante Le Pera se dedicaría a escribir argumentos para obras de teatro y algunas letras para tangos y su éxito mayor -antes de conocer a Carlos Gardel- fue Carillón de la Merced, con música de Enrique Santos Discépolo, inspirado en la impresión que le provocó a Le Pera una visita a la iglesia de Nuestra Señora de la Merced, en Santiago de Chile.
   En 1920 hizo sus primeras armas en la página de espectáculos del diario El Plata, a la vez que colaboraba en El Mundo, Última Hora, La Acción El Telégrafo, cuyas salas de redacción lo tuvieron dedicándose a información general y crítica teatral.
   Su primera obra de teatro fue la revista La sorpresa del año, en 1927, escrita en colaboración con el empresario Humberto Cairo, continuando luego con Los modernos mandamientos, Gran circo político, Melodías de arrabal, ¡Qué quieren los brasileños!, Piernas locas, Rojas bocas, La vida se va en canciones, Está abierta la heladera, Ya están secando con Broadway y La plata de Bebé Torre en la que lucía su talento el celebrado actor Pepe Arias. Opera en jazz, Piernas de seda y Un directo al corazón fueron creadas en equipo con Antonio De Bassi, Antonio Botta y Carlos Osorio.
   Por cuestiones profesionales realizó varios viajes a París y al regresar a Buenos Aires trabajó en la traducción y confección de títulos para películas mudas en tarea conjunta con Leopoldo Torres Rios, devenido más tarde en relevante director del cine argentino.
   A fines de 1931 ingresó a la compañía cinematográfica Artistas Unidos, donde traducía al castellano las leyendas impresas de las películas mudas. Tuvo allí oportunidad de relacionarse con figuras de renombre en el mundo del cine, incluyendo al francés Renè Clair y el británico Alfred Hitchcock.
   Paralelamente en el mismo año -corría 1931- Carlos Gardel estuvo en Francia filmando para la empresa Paramount y tuvo la necesidad de integrar un núcleo de colaboradores, con el agravante que ya no estaban allí el experimentadoManuel Romero ni los artistas argentinos de la compañía de revistas del teatro Sarmiento, de Buenos Aires. Gardel acudió a su amigo Edmundo Guibourg, quien le sugirió el nombre del poeta Alfredo Le Pera.
   Gardel y Le Pera, juntos, escribieron numeras canciones que quedaron en la historia, tales como El día que me quieras, Cuesta abajo, Soledad, Sus ojos se cerraron y otros. Le Pera, además, suscribió su autoría en los guiones de las películas que Gardel rodaba tanto en Francia como en los Estados Unidos de Norteamérica.
   Aquel infausto 24 de junio de 1935 Alfredo Le Pera integraba la comitiva de Carlos Gardel, en la que también se contaban otros músicos. El avión en su partida desde el aeropuerto Enrique Olaya Herrera, de Medellín, Colombia, colisionó con otra aeronave en el momento del despegue.


Gardel e Le Pera


Gardel e Le Pera



Filme " Cuesta abajo "